arquivo

Arquivo da tag: Mentiras

Fumar é um mau hábito. Mas quem disse que eu sou um bom hábito? Não habito em lugar algum e ao menos assumo isso, sem maiores constrangimentos. Habito no fluxo, desço do ônibus, ganho passos apressados, buzinas, esporros e eu penso, gosto de pensar, que eu amo muito tudo isso. Gosto de pensar que amo essa porra. Me apresso pra levar nãos na cara. Levo o não. Trago o não comigo. Trago. Está tudo errado e eu preciso me acalmar. Preciso viajar mais duas horas pra chegar onde preciso, pra chegar num lugar onde me sinto viva, pra chegar num lugar onde existe gente que fale a minha língua. Existem coisas para serem feitas e elas não terminam, o oposto disto, elas parecem não parar de se multiplicar e eu estou em todas elas, tenho que estar. E estou. Para cada não que me é dito, eu digo sim para todas essas coisas. Meu sim é mais forte, é sempre mais forte do que eu posso suportar. Mas se eu ainda suporto é por algum motivo. Suporto, quero, desejo. Preciso. É um grande tumulto mas eu entendo que no final vai valer a pena de um modo ou de outro. Não sei dar bom dia. Não sei me despedir. Eu fluxo. E na conversa do ônibus você surge. E eu falo e falo, falo como se não sentisse, falo de você como se você não fosse comigo. Simplifico, reduzo tudo o que foi tão grande um dia. Falo pra ela que eu sou uma problem solver e que você era um trouble maker. Tenho essa mania insuportável de querer leveza. Falei tudo em que acreditava, que você precisa de alguém assim, que não sou eu, que você precisa de alguém assado, que não sou eu. Que nunca fui eu, pois eu nunca fui nada. Há muito tempo eu simplesmente listei todas as características para você do exato tipo de pessoa que você precisava na sua vida (problem solver) e você, negou tudo o que eu disse e disse que não era isso, que eu era estúpida, reducionista, prática e que o que eu dizia era uma mentira (trouble maker). Mas cedo ou tarde, tarde, agora e já, tudo o que eu disse se tornou mais real do que aparentemente ninguém esperava. Ou esperavam, foda-se, nunca foi sobre eles, nunca foi sobre nós. E tudo bem. Achei ótimo. Achei melhor assim. Achava melhor assim até quando era dolorido demais achar que era melhor assim. E você sempre soube disso e jamais vai admitir. Falei isso tudo, como se nada fosse. Sempre foi algo. Sempre foi (e isso é uma declaração de alguma coisa). Segui um fluxo, abri um mapa, cheguei onde eu precisava chegar. Precisava esclarecer várias coisas e todas foram esclarecidas. Já me decidi sobre o que fazer comigo mesma. Um desvio, uma absorção menor e mais restrita. A mais restrita possível, foda-se. Algum tempo pra continuar existindo desse jeito, mas de outro – gosto de pensar que tudo vai continuar a mesma coisa apesar das mudanças. Enfim. Terei bengalas pro resto da vida, mais do que as que já tenho. Serei privada de alguns prazeres mas hey, não se pode ter tudo mesmo nessa vida. E eu quero que seja restrito. Eu escolho isso, conscientemente. No final da apresentação, algo potencialmente simbólico, um desenho de uma âncora que vai do peito ao baixo ventre. Entendi imediatamente que isso significaria que, em breve, vou navegar para onde eu tiver de navegar, sendo âncora pro resto da minha vida. Meio absurdo, muito real. É uma decisão. É a minha decisão. Quero isso. Escolho isso. Preciso disso. Ganho a rua, a noite está fria e chuvosa. Eu não queria estar em nenhum outro lugar que não aquele. Não queria cantarolar o que cantarolei passando por nenhuma outra rua. Naquele momento eu não tinha mais alma alguma. Tive que esperar e puxei um cigarro, inspirando o máximo que pude e soltando logo em seguida da forma mais consciente e esvaziada que a minha exaustão me permitiu fazer. Me senti completamente dopada logo em seguida. Me fundi na cidade. A companhia do cigarro fez com que a avenida inteira se esvaziasse e só sobrasse ali eu e a fumaça. Eu, a fumaça, o vento a minha falta de alma em toda a sua extensão. Sou um mau hábito. E fiquei pensando nos critérios que definem os hábitos como maus, entre luzes de carros, ônibus e conversas desanimadas de fim de dia. Coisas que não existem. Recostei minha cabeça no vidro e nada mais se passava por ali. Apenas meu cheiro de cigarro, suor de fim de dia e cansaço. Eu fedia à exaustão, você sabe bem como. Queria muito que me arranhassem dos pés à cabeça. Precisava de mais um cigarro. E a próxima coisa na qual pensei foi a de que, depois que eu passar pelo que eu tiver de passar, nunca mais nenhuma escolha minha será impune. E mentalmente tornei essa minha decisão uma oferenda à você. E à ela. Está decidido.

(…)

Essa cidade não é uma paixão.

Essa cidade é um vício.

E uma mentira.

A agressão masculina, sob a forma que assume atualmente, provém desse mal de amor, gerado pela percepção de que entre os pais há pouco prazer, cumplicidade, amor e investimento. Nesse contexto, as crianças crescem contemplando uma “primeira sociedade” onde as trocas amorosas, a preservação e a ênfase nos vínculos afetivos são desvalorizados e substituídos por um contrato moral que nasceu para ser burlado. Os futuros vínculos sociais entre criança e mundo tenderão a carregar e a repetir a mesma dinâmica vivenciada entre ela e os pais, na qual ela, como objeto de desejo dos pais, contempla a agressão, o individualismo e a falta de compreensão. A criança é levada a acreditar que uma relação que não deu certo é a mais importante e verdadeira para ela. A criança precisa negar suas próprias percepções para, a partir daí, acreditar que a família é um bem em si. Do mesmo modo, para o soldado, a guerra é um fato cujas justificativas, irracionais e contraditórias, transformam em crença. Para enfrentar a guerra, o soldado tem que acreditar no que lhe disseram a respeito dela, para que sob esta ilusão consiga lutar. É necessário que ele delire, e será a força deste delírio que o fará com que dispare o fuzil. É preciso que ele não ouça suas entranhas para que desta agressão para consigo ele possa transformar-se em agressor.

Considerando a presença das guerras na história humana, podemos pensar que talvez elas carreguem algum outro significado, que expressem uma dimensão do universo masculino que os próprios homens não conseguiram ainda identificar. Em última instância, as guerras põem os homens em contato com uma dimensão irracional deles mesmos. Para isso é necessário que o outro não seja simplesmente o representante da diferença, mas um inimigo, alguém que ocupe um lugar na cena imaginária masculina que gere temor de aniquilamento. Crer nisto já é suficiente para a justificativa de um exército. A fantasia do aniquilamento pode se tornar de fato um aniquilamento. (p. 76-77)

Александр Лебедев-Фронтов

Meine liebe ist mein größter feind,
und ich kann mich nicht wehren,
sie reißt alles an sich,
mein herz ist wund, mein herz es fühlt sich leer

meine liebe ist mein albtraum,
ich kann mich nicht von ihr befreien,
vielleicht kann ich sie vergessen,
und eines tages ihr verzeihn

(Northern Lite, Enemy)

 A guerra encarna para os homens uma paixão não dissolvida, que pulsa em suas entranhas, faz mover seus corpos e mentes e agita seus corações. Por outro lado, se ela amolece seus corações, viabiliza o contato com a dor, com o medo e a perda, a vulnerabilidade e o risco, pontos que habitualmente os homens não estão acostumados a experimentar. Ela cumpre o papel de favorecer o elemento físico e afetivo entre os homens, mesmo que seja para defender-se, matar ou morrer. É só a partir de um inimigo comum que os homens se permitem reconhecer o que sentem um pelos outros; é preciso um campo de batalha definido por razões suficientemente “racionais” para que possam sentir o que dificilmente sentiriam em outras condições. Quanto mais morto afetivamente está um indivíduo, mais ele precisa dilacerar, ferir e destruir para se sentir vivo. Nas cenas finais do filme Blade Runner (direção de Ridley Scott, 1982), o andróide, pouco antes de morrer, fere propositalmente o corpo para sentir dor. Esta seria a informação de que precisava para se sentir vivo, a dor naquele momento chegava até seu coração e alavancava a paixão que ele desenvolvera pela vida. Uma paixão reclusa, exilada na razão por que ele fora criado: guerrear, combater e eliminar. (p. 79)

Por outro lado, a entrega nos põe em ruelas escuras e tortuosas, as quais teremos que nomear, e nas quais teremos que caminhar. Para quem se entrega, não há garantias, senão a de se permitir viver o que a vida oferece, à revelia de suas próprias expectativas. O desejo pulsa e se refaz a cada contato com o que o outro pode suscitar: gozo, angústia ou frustração. Ao entregar-se, um homem avança por sobre um fino papel-arroz. Assim, a entrega permite ao homem o aprendizado da arte de se deslocar por intermédio dos próprios desejos, conduzido com suavidade e destreza, serenidade e transformação, marcando a trilha de seu destino, que jamais será igual ao de um outro. A experiência da entrega remete os homens ao exercício da solidão, já que é só se sabendo só que ele poderá viver a aventura do encontro.

Da maneira como foram concebidos, os homens estão privados de viver qualquer dos aspectos mencionados anteriormente. Sexualizando a tudo e a todos, não há nenhuma outra porta para sair e respirar fora das fronteiras masculinas definidas como convencionalmente são.

A entrega suscita nos homens um sentimento de vulnerabilidade e fragilidade com o qual têm dificuldade de lidar. O desconforto gerado por esta situação procede primeiramente do deslocamento do lugar de controle e do distanciamento a que ficam habitualmente referidos no plano afetivo. Ao sair deste lugar, os homens entram numa dissonância interna em que vigora o temor do aniquilamento. Este temor ronda, desde a infância, todo o processo de construção da identidade masculina, e aparece travestido nos olhares vigilantes dos pais e do grupo social.

A cada possibilidade de entrega afetiva fora dos confins da família, uma dúvida é lançada sobre o comportamento dos meninos: estarão se comportando como homens? (p. 111)

Os homens que se privam de viver os sabores e dissabores da vida amorosa tendem a travar um duelo com eles próprios, e para aplacá-lo nada resta senão alienar-se de sua condição afetiva. (p. 113)

NOLASCO, Sócrates. O mito da masculinidade. Rio de Janeiro: Rocco, 1993. 187 p.

Lembra da última vez que fez algo por obrigação? Às vezes, quando nos sentimos oprimidos pelo meio, a sensação de dever (ou pior ainda, no pior dos casos: de honra) funciona praticamente como uma vaselina pra aceitarmos melhor a situação, quando nos encontramos obrigados a aceitá-la. Nos submetemos à determinada situação porque a vida é assim e isso é um tabu que não pode – nem deve – ser questionado jamais. Isso é o que ocorre quando entendemos (determinamos?) que não há nada a ser feito.

Uma vida sem paixão é completamente possível, mas o problema com o cinismo que percebo é que isso não é mais apenas aceitável, mas sim desejável. Há quem diga que paixões são nocivas e sim, isso pode ser verdade em certo sentido… Pessoalmente acredito que uma vida sem paixões é uma vida menos humana, apenas (e não menos digna ou nobre). Quando me vejo obrigada de algum modo a fazer algo que não quero ou não gosto, faço o meu melhor. Mas esse meu melhor não é uma entrega, não é uma dedicação… É mecânico, é prático, é funcional.. É excelente. E é um estorvo.

Uma farsa. Um cinema. Sou perfeita.

Arrisco dizer, sinceramente, que o que entrego por obrigação é muito melhor do que quando sou espontânea, dedicada. É muito melhor do que quando sou uma mera amadora. Me entrego então, mas dessa vez apenas ao papel que represento (eu não estou ali, eu não existo mais). E então, sou uma profissional, olho pras câmeras, sorrio como devo sorrir, danço ao som da música, faço como está no livro, sigo o script. Sou boa, muito boa. Não tenho perspectivas de nada. A girl’s gotta do what a girl’s gotta do. É tudo tão falso, que chega a ser simplesmente perfeito. Acreditarem que é real soa como aplausos pra mim.

E sou boa e eficiente pois quero me livrar o mais rápido possível disso tudo. A sensação de dever cumprido sempre floresce depois em algum momento. O pensamento patético de questão de honra também se faz presente. Mas no fundo, quando estou sozinha e ninguém está olhando penso de verdade, genuinamente: “mas que merda de vida fudida do caralho”. E é triste. É bastante triste e deprimente. E isso é tudo o que é, o que pode ser. Só me resta imaginar até quando repetirei os mesmos gestos vazios de significado e por quais motivos escusos continuarei fazendo isso, pois já está tudo dolorosamente óbvio:

A dedicação não se faz presente.

Tudo se torna um grande estorvo.

Tudo é o menos espontâneo possível.

Tudo está sendo filmado.

Lembre-se de continuar sorrindo para a câmera.

Lembro-me de estar com ela dentro do carro e notar quando ela passou um batom vermelho nos lábios olhando no retrovisor. Não sei porque aquilo foi muito marcante pra mim, talvez porque ela não passasse batom há muito tempo. Ou talvez porque eu nunca tivesse visto ela passando batom, ainda mais de uma cor tão chamativa quanto vermelho. Quando eles se encontraram, olhei pra ele, cumprimentei-o e fui bastante direta “ela colocou esse batom aí só pra te ver, sabia?”.

Devia ter cinco para seis anos e não sabia do que se tratava, mas crianças são assim, crianças não se contém, crianças falam pelos cotovelos. Eles nunca esqueceram desta cena e me lembram sempre dela, aos risos, me dizendo o quanto eu era uma criança bonitinha. Devia ter sido um dos primeiros encontros que meus pais tiveram, não saberia dizer com certeza. Lembrei-me dessa cena com mais nitidez hoje quando estava em frente ao espelho contornando meus lábios com um lápis de maquiagem antes de aplicar o batom. Sim, vermelho.

Lembrei-me também que quando era pequena gostava de contornar os desenhos com traços bem fortes e delineados, definindo bem o traço do que estava para ser pintado para só depois preenchê-los com cor. Foi mais ou menos assim que aprendi a desenhar e a pintar, mas depois cresci e desaprendi. Desaprendi muitas coisas aliás, talvez coisas demais. Hoje além de pintar os lábios de vermelho, decidi ignorar a temperatura, mas talvez tenha sido ela quem me ignorou. A essa altura, sã e salva em casa com um copo de chá fumegante, não faz tanta diferença na verdade.

Quis sentir frio hoje e ainda não sei o porquê. Talvez seja porque estava me sentindo bem demais e foi exigido algum tipo de punição por isso. Me toquei de que demorei tempo demais para aprender a silenciar com mais sabedoria. Tempo demais pra aplicar de fato o significado de discrição. Tempo demais para, ao invés de ser crua, ser criativa com o que me atinge. Mas pelo menos uma coisa já sei: o timing da minha vida é todo errado mesmo e isso é tiro e queda. Ainda me considero um completo desastre com colocações e frases, ainda me acho meio indolente, no sentido de ceder com muita facilidade ou simplesmente abandonar um posto que deveria ser meu desde o início. Tenho sempre uma resposta engatilhada, mas talvez não devesse. Realmente não devesse. Para que servem todos estes gatilhos afinal?

“Mas pra quê usar isso?”. Pela sua auto-estima. Pra ficar mais bonita. Porque sim. “Mas me sinto um travesti!”. Ainda sou uma criança que diz tudo o que me vem à mente muitas vezes sem pensar (coincidentemente a astrologia diz que é por conta do meu mercurio em áries, que é impulsivo demais) – e não é de hoje que isso tem me trazido problemas. O não-dizer, para mim, não só equivale a omissão, mas também a dissimulação – o que nem sempre é verdade (entre o preto e o branco existem vários tons de cinza, etc). Seja bem vinda ao triste mundo adulto, Dora: as pessoas são assim, não tente se convencer (muito menos convencer alguém) do contrário. Maquiar-se também é difícil, contornar os lábios, passar uma base, um delineador, um lápis no olho.. São mais artifícios do que mentiras, falsidades escabrosas (como você gosta tanto de acreditar) e é preciso aceitar isso também… Aos poucos.

Rising Sign is in 28 Degrees Capricorn
You are practical and reserved but very ambitious. An achiever and a hard worker, you respect success. Older looking and very serious as a youth, things lighten up and you relax more as you mature. You have a serious view of the world as being a difficult place to be in. Very envious of those who seem to have an easier life than you have, relaxation and play do not come easily. It is important that you had abundant parental support as a child so that you do not feel lonely and isolated as an adult. Generally, you have a good, earthy sense of humor that can carry you through when times really do get tough. You are purposeful, self-willed, industrious, realistic and responsible.

Sun is in 24 Degrees Pisces
Extremely sensitive and emotional, you absorb the emotions of others (whether positive or negative) like a sponge. Emotionally vulnerable, you are easily upset and tend to cry readily. You are at your best when you can structure your environment in such a way that you are surrounded by positive, upbeat people. You are very helpful and understanding of the needs of others. Indeed, at times this can be a disadvantage, because you can be a sucker for anyone who needs help. Shy, dreamy, romantic in nature, you delight in retreating into your private fantasy world. Just be careful that you do not get lost in it! Trust your intuitions — you may be quite psychic.

Moon is in 23 Degrees Leo
You always want to be proud of yourself and will never do anything that will make yourself look bad. You need the respect and admiration of others and enjoy attracting attention to yourself. Everything you do tends to be self-emphasized and self-exaggerated. Very stubborn, willful and independent yourself, be sure to allow others who are close to you the similar right to “be themselves”. Your need for love, affection and reassurance, and your tendency toward vanity, allow you to have your head easily turned by flattery. The more insecure you are, the more you tend to be a showoff. You love games and sports as a matter of fact, you would usually rather play than work. Be careful of a tendency to be snobbish and uppity — it does not become you.

Mercury is in 01 Degrees Aries
Very quick-witted, you are known for being an independent thinker. You love to debate and argue, and are excellent at repartee and battles of wits. At times, however, you act too fast on hastily formed opinions and thus waste a lot of energy defending your rash and sometimes incorrect conclusions. It is perfectly acceptable for you to defend your beliefs with your usual vigor, but try not to take the opinions of others as personal insults.

Venus is in 00 Degrees Pisces
You have a dreamy, fanciful, romantic nature and a very creative imagination. Indeed, at times, your private fantasies are more appealing than the reality around you and it is difficult for you to leave them. You tend to be unselfish and giving in relationships and are extremely sensitive of the needs of others. Be very sure that those you help are worthy of your devotion and are not merely taking advantage of your innocence and naivete.

Mars is in 25 Degrees Scorpio
Your likes and dislikes are strong and intense, never casual or superficial. You are known for your persistence and willful obsession. Once you have decided on a course of action, you are unstoppable. Your emotional actions tend to be extreme, although you try to keep them muted. You are not quick to anger, you do slow burns. And you tend to release your anger as sarcasm or irony. Beware of your tendency to hold grudges and to be vengeful. When you do fight, or release your internal tensions, you do so body and soul — you become totally passionate and your outbursts are awesome to behold.

Jupiter is in 09 Degrees Capricorn
You tend to feel that the only results that are worthwhile are the results that are concrete and demonstrable. You distrust abstract solutions and appreciate measurable achievements. An excellent organizer and planner, you are optimistic as well as practical and realistic about what can and what cannot happen. Very responsible, you consider it a personal weakness to be wrong about anything. This makes you appropriately cautious. You are very efficient but you tend to be cool and detached.

Saturn is in 16 Degrees Scorpio
You tend to release emotional energies only very reluctantly. This is partly due to your fear of what horrible calamity might occur should they be released — your emotions are terribly complicated and intense. Try not to repress these energies entirely, however, or you will succumb to negative and destructive forms of compulsive behavior. Give yourself the freedom to look awkward or silly once in a while. The relief you feel will be quite therapeutic and the embarrassment (whether it is real or imagined) will pass quickly.

Uranus is in 13 Degrees Sagittarius
You, and most of your peers, have the tendency to think that all ideas, customs and traditions from the past are outmoded and irrelevant. You are attracted to radically new ideas, philosophies and religions that will, hopefully, cause sweeping changes throughout the world.

Neptune is in 01 Degrees Capricorn
You, and your entire generation, will idealize work, practicality and the ability to attain reasonable goals. But, because you will also stress the need to be  selfless and giving, you may find it difficult to attain your goals unless you have lowered your expectations on all fronts.

Pluto is in 01 Degrees Scorpio
For your entire generation, this is a period of intense research and discovery in areas that were heretofore considered mysterious, remote or taboo. The root causes for many complex occurrences will be unearthed due to the intensity and thoroughness of the search.

N. Node is in 09 Degrees Gemini
You will consciously seek out many different contacts with others throughout  your life. Many of these will be of very short duration, not necessarily because you’re fickle, but just because you always seem to be more excited by the prospect of meeting someone new rather than prolonging your present relationships. At any rate, you will learn something new from almost everyone you come across — intellectual stimulation is what you crave from others. You will be well known to neighbors and relatives, partly due to your curiosity about what they’re doing — you delight in keeping up-to-date about the latest news (and gossip).

Na rua, voltando da academia, por volta das 22h40 da noite, passa um motoqueiro:

– E esse cu, tá quanto?

Mentira. Mas seria legal se ele dissesse isso.

Ele não disse isso, mas disse:

– Eae tá ino pra onde?

Mereço?

Esqueci que mulher não pode estar na rua depois que escurece. Ainda bem que passei da idade de ter medinho de homem faz alguns anos.

%d blogueiros gostam disto: