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WTF?

Se você sabe que algo vai doer (e você sabe disso) e o faz do mesmo modo….

E dói…

E você continua…

É porque há algo terrivelmente errado…

 

(Não?)

Sonhei com você. Estávamos num apartamento iluminado, eu, você e ela. O apartamento estava na iminência de um desabamento. Tentei avisá-los que tudo ia desmoronar e cair. Ela estava embaixo de um edredom, virou-se e continuou dormindo. Ela era linda e branca, muito branca. O apartamento inteiro era lindo e branco, muito branco e clean. Você disse que ia fazer um chá e que no momento estava com preguiça demais de sair de lá, que iria daqui a pouco. Achei tudo muito estranho e simplesmente saí correndo do prédio, as fissuras nas paredes ficavam cada vez maiores, o chão tremia, os ruídos de estruturas cedendo me assustava um pouco. Saí do prédio correndo, peguei minha bicicleta e segui meu caminho. De longe, vi que o desabamento era constante, mas nunca final. De alguma forma, apesar de tudo, a estrutura sempre permanecia. De longe, vi vocês saindo por um outro caminho, calmamente. O sonho continuou e me lembro que eu andava de bicicleta pelo centro de São Paulo, indo para algum outro lugar.

(…)

Sonhos com você são recorrentes, desde sempre, perto ou longe. Mas eles tem se tornado cada vez mais intrincados e com significados herméticos, bizarros. Sinto que ao invés de me recusar a mencioná-los eu devo explorá-los mais do que nunca. Você sempre me parece muito intimidador em todos os sonhos. Quase todos. Só que o sonho de hoje foi diferente. Éramos amigos de novo e estávamos em alguma apresentação de alguma coisa, em um teatro que eu já conheço. Entre uma conversa e outra, você me contou, como se não fosse nada demais, que fez uma cirurgia para mudança de sexo. Você apenas mudou seu sexo, sem a coisa toda de hormônios e tudo. Continuava homem, só que agora tinha uma boceta. Você inclusive se levantou, abriu o zíper, abaixou as calças e mostrou pra mim a sua nova boceta. Olhei bem de perto e me parecia genuíno. Você estava bastante orgulhoso de si mesmo. E o fato de você ter feito isso não me incomodou nem um pouco (nem no sonho e nem depois quando acordei). Na verdade, por dentro eu sabia que isso era o que você sempre queria, sempre quis, de verdade. E eu fiquei feliz porque você estava feliz. Sobre o que tentávamos assistir enquanto conversávamos, bem, nada dava certo naquela apresentação de qualquer modo. Ríamos, como amigos. A impressão era a de que tudo ficaria bem. Não sabíamos. Acordei.

“Você me acha bonito? Por favor, diga que me acha bonito”. Essa foi uma das últimas coisas que eu ouvi e me choquei um pouco. Não esperava esse tipo de pedido. As coisas sempre me chocam mais quando saem da boca de conhecidos de longa data ou de pessoas por quem estou apaixonada. E eu estava apaixonada. Inclusive eu tinha dito, conscientemente, com todas as palavras: “eu estou apaixonada por você”, o que surtiu um certo pânico num primeiro momento. É sempre assim. Mas estava, meus olhos diziam e ele notou. Estou. É bobo, eu sei. Mas ainda não sei direito como isso acontece. Não sei bem como me apaixono. Os desdobramentos nunca são os mesmos. Mas essa frase ficou na minha memória por algum motivo.

Por que me apaixonei? O que me atraiu primeiro? Fico numa tentativa fútil de buscar palavra pra designar algo que não deve ser designado. A primeira sensação que eu tive era de que havia alguém ali. Depois senti um certo conforto com a situação de fantasia recorrente. E então, virou mitologia – algo inatingível. Pronto. Na verdade já havia se tornado mitologia antes de tudo aliás, antes de ter me sido dita essa frase, frente a frente, no restaurante, suas mãos nas minhas. Pra depois não estarem mais, pra depois ser esquecida, em pouco tempo, etc., mais uma, como todas as outras, como você não quis que eu acreditasse. Querendo ou não, eu sabia exatamente o que iria acontecer. E me preparei para isso. E assim se deu. Mas não é bem isso o que me importa.

Eu queria entender o que me inquietou nessa pergunta seguida dessa frase. Não costumo me apaixonar por beleza, mas por improbabilidades. A beleza, na verdade, é banal e me entedia um pouco. Quando ela não é construída, quando ela simplesmente é, ela não chega a ter um significado próprio, pra mim. Ela é o que é. O que pode ter me atraído, nesse caso em específico, foi a sedução que foi deliberada o tempo todo. E claro, a evidente impossibilidade. Eu caio de joelhos por coisas que eu jamais poderei ter. É paradoxal assim. É um desejo ardente de fusão completa e distanciamento, ao mesmo tempo. Essas coisas todas me fazem mal, mas sou uma pessoa que cultiva maus hábitos – nesse sentido, especificamente. Pensei em tentar mudar isso, mas já estou velha então o melhor que posso fazer é tentar conviver com isso de forma menos danosa possível – para mim e para os outros.

As pessoas precisam de coisas. O tempo todo. Nunca sei do que preciso. Ali havia uma necessidade de desejo, de sentir-se desejoso e ao mesmo tempo se sentir desejado. E aqui havia o desejo: mas ele era meu e eu sou egoísta. Ou talvez não demonstre tanto quanto deveria por incompetência, mesmo. Não sei o que falar, não demonstro com palavras, nem com gestos muito óbvios, essa não sou eu. Ao mesmo tempo em que sou prática nesse sentido, obedeço a uma certa lentidão, a um ritmo próprio de demonstrar afeto. Jamais te direi, genuinamente, “sim te acho bonito” simplesmente porque acho isso insuficiente. Fácil. Frágil. E também não sou de ficar me repetindo, dizendo isso todas as vezes, o tempo todo, sempre. A repetição faz com que eventualmente soe falso. Suponho que se eu já estou com você, é porque já te acho foda como um todo. O que me interessa, entre as suas qualidades e defeitos é você e nada mais. Precisar ficar reiterando o que quer que seja me broxa. Acredito sinceramente que as pessoas podiam precisar menos das coisas pra poder precisar das coisas melhor.

Viver pela espontaneidade tem um preço. E o preço é a solitude, mas eu pago de bom grado. Se alimentar de impossibilidades tem suas vantagens. Isso me faz retornar à pergunta do que é suficiente para mim. É uma pergunta difícil, que me fizeram semana passada. Ainda não tenho a resposta. Assim como não tive a resposta, desviei o olhar, gaguejei e respondi, positiva e timidamente à sua pergunta. Sim, é claro que eu te acho bonito. Eu te acho lindo. E foi isso. Achei pouco. Penso que, quando for possível e se assim acontecer, a minha intenção é fazer com que você se sinta a própria Beleza. Se eu te desejar. Se eu estiver apaixonada por você. Genuinamente. Profundamente. Desesperadamente. Um momento-monumento como este tem mais significado e importância pra mim, do que uma rotina banal que qualquer outro tipo de protocolo de vivência possa oferecer.

Desculpe por ser excessiva.
Mas eu prefiro quando as coisas são assim.

Nunca me esqueço de uma fatídica noite em que estavam eu, N., I. e F. e, por algum motivo que não me lembro agora, além de todas as besteiras que a gente costumava a ver madrugada adentro e internet afora, na ocasião em questão estávamos vendo um vídeo de meteção. Acho que era da época de vício total em sites como snuffx e ogrish, etc. Não sei se agora com a deep web esses sites ainda existem (acho que não), mas parei de ver este tipo de material porque ele me auxiliava a banalizar uma série de coisas que eu acho que não deveriam ser banalizadas. Enfim… Víamos um vídeo de meteção e isso teria sido extremamente bizarro se não tivesse sido tão engraçado. O vídeo tratava-se apenas de um close up em órgãos sexuais em pleno ato de cópula, do início ao fim. Era curto, não devia passar de 3 minutos. Nada além disso ficava claro no vídeo: não haviam gemidos, não era possível identificar se tratava-se de um homem e uma mulher, ou dois homens ou duas mulheres. Era de fato um vídeo muito peculiar. Eu e I. ficamos um pouco indignados e acreditamos que pelo menos uma das partes daquele ato de cópula não era humana. Primeiro pensamos que uma das partes poderia ser um animal e depois consideramos a hipótese de uma das partes ser um brinquedo. O vídeo era meio assustador de certa forma pois ele parecia algo muito óbvio e na realidade não era nada óbvio. N. e F. só conseguiam enxergar o que estava claro: uma meteção. Observaram apenas a geometria da coisa sem levar em conta os outros aspectos e acreditavam que se tratavam sim de humanos, de pornografia apenas. Eu e I. não nos conformamos. No meio da discussão algo mais surreal ainda acontece: a mãe de N. abre a porta do quarto, enquanto o vídeo está rolando e pergunta alguma coisa pra ela, desconsiderando o conteúdo do vídeo. Depois que a mãe dela se dá conta, ela fecha a porta do quarto e retornamos para a discussão. Falando assim parece sonho, mas não, isso aconteceu de verdade comigo e com esses meus amigos há alguns bons 10 anos atrás. N. ainda me disse hoje que precisamos criar mais momentos assim porque daqui a dez anos, as memórias serão os dias de hoje. Mas hoje não acontece mais nada desse tipo. Hoje as pessoas compram casas, querem segurança, estabilidade, querem se casar, ter filhos, etc. Só eu e N. que continuamos outsiders… E talvez continuaremos pelos próximos 10 anos.

Mas é bem verdade que eu costumava me divertir mais quando era mais nova.

doppelganger

Pedi um café com leite pequeno. Não queria usar adoçante hoje: queria algo de verdade. Os sachês de açúcar agora tem vindo com umas mensagens sortidas bestas acreditando ingenuamente que podem fazer as pessoas se tornarem seres humanos melhores. O primeiro açúcar que usei estava escrito na embalagem “elogie mais”. Não senti nenhuma mudança no sabor. O segundo: “elogie mais”. Mexi o café com leite e ficou docinho, mas ainda insuficiente. Terceiro sachê de açúcar: mesma mensagem.

Vida: VAI SE FUDER, ok?

Grata.

Att.

Quando seu inconsciente chega no nível de scumbagzice de te fazer sonhar que você faz uma ligação para um ex-colega seu da 3º série só pra ele praticar bullying via telefone com você é porque você já sabe que está bem pra caralho.

Acordei e pensei “porra, que sonho estranho, liguei pro cara SÓ pra ele me zuar… Como assim PORRA? Se fuder…”

Hahahahaha… Boa tentativa, inconsciente. Tente de novo.

Mas você TEM que admitir que esta tentativa de me deixar mal foi PATÉTICA. Mas eu entendo o seu desespero… Você está perdendo, pela primeira vez.

Chupa essa manga.

A maioria das mulheres entra em parafuso e começa a ter crises quando percebe que suas amigas estão casando e tendo filhos. E meio que de repente elas começam a desejar as mesmas coisas (Maria vai com as outras, efeito dominó, you name it). Fato é que minhas (poucas) amigas não estão casando e nem tendo filhos e eu continuo sem o mínimo de ambição em relação a essas coisas igualmente. Curiosamente, elas, como eu, também não estão entrando em parafuso com isso. Fico tentando imaginar o porquê (mas não muito).

Aí sempre tem uma ave de rapina pra me dizer que eu AINDA vou sentir isso, que QUANDO CHEGAR O MOMENTO (?) eu vou querer casar, ter filhos, vida estável, etc. Antes eu me irritava, há algum tempo tenho só achado engraçado. Na verdade talvez eu ache mais curioso que engraçado: estou certa de que esse meu momento nunca vai chegar. Não por eu ser muito azarada mesmo, nem porque ‘ninguém me ama, ninguém me quer’ e também não porque o destino quis assim, mas por uma opção consciente mesmo: acredito, sinceramente, que meus momentos serão outros.

Agora que tenho um sobrinho me sinto mais aliviada e sinto que tenho menos um fardo pra carregar. Algo assim. Mas sinto, meio que sorrateiramente, uma crise – que promete ser muito violenta – chegando. Percebi isso ao observar meus amigos homens. Claro que cada pessoa leva a vida como pode, mas eu começo então a notar aquela vibe de tiozão em alguns dos meus conhecidos. Existem vários níveis de tiozão e suas definições variam imensamente, mas observo que a essência está ali, pairando sobre todos. É claro que as coisas mudam ao longo da vida, mas às vezes, me parece que pra essas pessoas, não. Quase nunca. E elas também não fazem a mínima questão de que nada mude muito. É difícil explicar…

Ok. As coisas mudam até, mas sempre no sentido mais superficial possível. São namoradas após namoradas (todas parecidas), empregos após empregos, festas após festas e a vida meio que se resume a isso, basicamente. Sinto uma resignação intensa, que não me parece ter sido escolhida conscientemente, mas que é algo que as pessoas se sujeitam porque acreditam que ‘a vida é assim‘. Isso é quase que um tipo de fé. Eu realmente acho bem sedutor acreditar que “não temos opção”. Sedutor demais pra ser verdade. Sedutor o bastante pra ser confortável.

Mas o ‘a vida é assim’ parece ser o suficiente pra muita gente. Por que será? Fico tentando imaginar o que seria suficiente pra mim, se o suficiente é suficiente, se há um teto, uma linha de chegada me esperando em qualquer lugar… Será que eu quero que essas coisas existam pra mim, em definitivo? Por que tenho a sensação disso ser tão restritivo? Observo meus amigos bem sucedidos: “terei uma mulherzinha, trabalharei até morrer, me divertirei aos finais de semana, ficarei puto com política, sentarei a bunda no sofá e verei futebol”. Será que existe alguma forma de sair disso?

É um tanto quanto surpreendente ver que aquele metalhead alcoólatra e inteligente na adolescência hoje virou uma pessoa digna (?) e bem sucedida, que leva uma vida pacata e joga pelada no final de semana. Meio que ir vivendo um dia após o outro e dar-se por muito satisfeito com isso (ou, em algum nível, não dar-se por satisfeito com isso e descontar em quem está à sua volta). Trabalhar a semana inteira, comemorar muito a sexta-feira, enfiar o pé na jaca no happyhour da firma, jogar RPG no final de semana, reclamar da vida no meio da semana… É isso?

Isso tudo me deixa meio assustada. Fico me perguntando se é só isso mesmo. Talvez para mim seja isso, mas para outras pessoas seja tudo isso. É sempre bom avaliar (e reavaliar) até que ponto certos padrões são desejáveis nas nossas vidas e não adianta: isso é muito pessoal mesmo. Estou bem desconfiada de que existem outras coisas, existe um outro modo, um outro meio talvez. Só não sei qual ainda. Mas sei que vai ser doloroso descobrir. “Grandes escolhas, grandes renúncias”.

Tinha lido um artigo sobre determinado assunto e achado o tema interessante. Falei pra um colega sobre a idéia do tema e que podíamos talvez aplicá-la em um determinado contexto de um projeto em conjunto, que acabou não dando certo.

Um tempo depois, o mesmo colega veio me ‘pedir permissão’ para a utilização da minha idéia em um outro projeto no qual estava envolvido. Achei estranho e disse que ‘sim, por mim tudo bem’ num primeiro momento, mas o estranhamento permaneceu. Tive que dizer a ele que a idéia não era minha – nunca tinha sido – e que outros já haviam escrito sobre aquilo. Apenas me ocorreu utilizar aquele tema no contexto em que iríamos trabalhar – o que é bem diferente de eu ter tido uma grande idéia sozinha.

Mas no entanto, meu amigo achou que se não tivesse perguntado pra mim, eu poderia tê-lo levado a mal, caso descobrisse que ele utilizou a idéia. Ingênua que sou, continuei sem entendê-lo e ao seu pedido de permissão. Como poderia levar a mal a utilização de algo que nunca foi de propriedade minha em primeiro lugar? Nem mesmo concordamos com o que ele entendeu por idéia, que pra mim estava mais para recomendação de um artigo que é público e disponível online a qualquer pessoa que tenha interesse…

Eu estava em casa com uma colega e de repente ele aparece, me ignora completamente e pede informações para a colega que está comigo. Entra na minha casa, começa a abrir minha geladeira e usar a minha cozinha – ainda me ignorando completamente – e, claro, eu fico puta e imediatamente e o mando pra fora da minha casa, dizendo que era ridícula aquela situação, que eu não me sentia bem sendo ignorada e ainda assim ele insistia em permanecer por ali: então que fosse embora. Briguei, gritei, xinguei, empurrei e o expulsei até a rua. Apenas depois disso é que houve alguma reação, onde ele chorou e me disse que um amigo próximo dele havia morrido. E eu o abracei e entendi. Mas não o consolei.

O sonho acabou.

– Você se incomoda muito quando algo sai muito fora do que você planejou?

Eu: Não… (3 segundos) Mas é melhor que não saia do planejado.

De uns tempos pra cá meus pais estão aprendendo a ser pessoas modernas e hoje eu tive minha primeira conversa com a minha família (mãe, pai, irmã) pelo Skype. Pessoalmente, ainda não consigo chamar o Skype de Skype, me refiro a ele como telefone mesmo. Pois bem. Conversamos por algum tempo e minha mãe me falou várias coisas e me perguntou várias coisas também. Achei legal até, uma conversa pausada, sem pressa de desligar. Ela me perguntou se eu estava namorando. Disse que não e que não estava exatamente preocupada com isso.

Minha mãe ainda acha que eu tenho que arrumar “um companheiro” (heh). Eu também acho, mas a coisa toda não é tão simples quanto parece.  Pois bem, o que me levou a escrever esse post foi que minha mãe ligou pra minha avó paterna esses dias. Short long story: tenho 2 pais, um da carteira de identidade (Paulo) e outro que me criou (Stenio), que é meu pai mesmo. Os pais do Stenio já faleceram, mas a minha avó, mãe do Paulo, ainda está viva. Na verdade minha mãe me disse que ligou pra ela esses dias, pra parabenizá-la por que tinha sido aniversário dela.

Tipo… Eu não converso com essa minha avó faz anos. A única coisa que sei muito por cima dela é que ela é meio bruxa, no bom sentido. Enfim, ela conversou com a minha mãe e perguntou como eu estava. Ela sempre pergunta de mim. E minha mãe, claro, falou o que sabia. Minha avó perguntou a minha mãe se eu estava namorando e minha mãe disse que não. “Ah, mas não se preocupe Neide.. A Isadora vai casar sim. Vai casar com alguém de fora e vai acabar se mudando pra fora do Brasil com ele. O destino dela não é ficar aqui não”.

Fiquei com medo disso. E claro, não acreditei. A probabilidade de eu casar com um gringo é bem, mas bem baixa. Mal saio de casa, não tenho muitos amigos. Tenho muitos conhecidos, mas não saio de casa por nada nesse mundo. Meu inglês tá capenga, mas dá pro gasto ainda. Limitei-me a achar engraçado apenas. E então minha mãe me perguntou “Ok, pode não estar namorando ninguém.. Mas você está gostando de alguém, não está?”. Estou mãe, mas ele mora longe, pra variar, e nós não temos muitas chances. Ela quis saber quem é. Eu também quero saber quem é, ainda estou descobrindo.

Pra que ter pressa, não é mesmo?

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