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“Once upon a time there was a crooked tree and a straight tree. And they grew next to each other. And every day the straight tree would look at the crooked tree and he would say “you’re crooked. You’ve always been crooked and you’ll continue to be crooked. But look at me! Look at me!” said the straight tree. He said, “I’m tall and I’m straight”.

And then one day the lumberjacks came into the forest and looked around, and the manager in charge said, “Cut all the straight trees”.

And that crooked tree is still there to this day, growing strong and growing strange.”

Um líder que representa ideias e ideais de um mundo que está morrendo e que venera a morte, o sacrifício cego e a escassez, como qualidades a serem perseguidas. Com fanáticos delirantes, suicidas, alucinados e cegos pela fé, que o apoiam porque não conhecem outro mundo além desse e também são incapazes de concebê-lo..

Em um lugar predominantemente hostil, permeado com uma extensa camada de vassalos ignorantes e escravos, onde os fracos – geralmente infiltrados – parecem não ter exatamente muitas chances. Ideias que precisam ser resgatadas e preservadas… O mundo é abundante, mas queremos muito acreditar que não é.

Ou ao menos de que ele não é pra nós todos.

Essa história já foi contada várias vezes, parece. E ela não vai parar de ser contada tão cedo, também parece.

 


“Je voudrais vous parler loin, longtemps, avec des mots qui ne seraient pas seulement des mots, mais qui conduiraient jusqu’au ciel, jusqu’à l’espace, jusqu’à la mer.” – J.M.G. Le Clézio,
Premières lignes de L’inconnu sur la terre

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