Bênção

“Esta noite sonhei com você e acordei assustada com uma ‘coincidência’. Sonhei que estava na sua casa, amigos próximos também estavam, como sempre. E não lembro muito bem o que estava rolando, mas parecia uma das reuniões que temos sempre. Só sei que em dado momento a gente estava sentado numa mesa e você estava do meu lado direito. Eu me debrucei sobre a mesa e você começou a passar as mãos (não tenho nem certeza se você efetivamente encostou em mim) na altura da minha costela direita… E começou a sussurrar algumas coisas pra mim (também não me lembro de nada). Na hora não entendi muito bem o que estava acontecendo, mas achei ok. Isso tudo não durou muito e eu acordei, me sentindo muito bem, como se eu estivesse na sua casa mesmo. Aí segundos depois que acordei é que me lembrei que na minha costela direita eu tenho duas tatuagens bem significativas pra mim, de algo do qual eu tenho tentado me curar há algum tempo… E só então eu entendi que você estava me benzendo. Enquanto eu acordava e ainda tentava fazer sentido do sonho e do que ele tinha sido, você publica a carta da torre fulminada. Fiquei assombrada por um momento porque, coincidentemente ou não, esta foi justamente a carta que decidiu uma série de coisas para mim e também está ligada às minhas tatuagens. Ainda penso em tatuar esta carta, mas não atribuo a ela um significado tão nefasto como é comum. Ela me serviu na época pra abrir os olhos e pra transformar minha realidade de uma forma que eu não acreditava que fosse possível. Por isso até sou grata por ela ter aparecido. Claro que tudo o que aconteceu não foi bonito, nem legal, nem fácil. Mas era uma mudança necessária, que precisava acontecer antes que algo ainda pior viesse.”

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