Post-Sex

Tive um sonho pseudo erótico contigo essa noite. Mas até agora estou tentando entendê-lo. Talvez não devesse. Talvez eu devesse aceitar o sonho como ele é. Fazíamos uma série de coisas sexuais. Várias. Mas não houve sexo propriamente dito. E estávamos vestidos. Foi… Estranho. Bastante estranho. Muito estranho. E ainda rolava o lance mais depravado e absurdo de todos: rolava um lance de você ser totalmente broxa – por algum motivo que desconheço – e de eu ser frígida, também totalmente, e de meio que a gente não se importar com essas coisas. Era algo do tipo: vamos tentar fazer algumas coisas pra ver o que acontece. Foi um tanto quanto fascinante e grotesco ao mesmo tempo. Fazíamos coisas. Várias coisas. Uma série de coisas. Uma porção delas. E eu não sei descrever bem o que eram. Só sei que eram sexuais. Eram como se fossem. Foi meio insano o negócio. Aconteciam umas coisas que não sei descrever direito… Mas acho que o que importava era que estávamos ali um para o outro. Foi legal, mas estranho. Sem contar toda a aura incestuosa porque né, sabemos que não somos para ser. Que não temos nada a ver. Então foi tudo muito errado. Mas foi, é o que importa. Acordei sem lembrar na hora. Lembrei antes de entrar numa reunião e te falei sobre isso. Você deve ter dado risada. E tudo bem.

[…]

Passei o dia inteiro obsessivamente pensando em sexo.

O tempo inteiro. Em todos os lugares. Com todas as pessoas.

Fiquei terrivelmente excitada com cada uma das coisas que me aconteceram.

E essa energia me deu uma impulsividade e um ritmo fora do comum pra concretizar tudo o que eu precisava concretizar no dia de hoje.

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