Rebeldias

“Nossa sorte, que parece azar, é que nunca conseguimos usar outro ser para ativar nossa felicidade e equilibrar nosso mundo interno. O outro sempre se rebela. Toda crise parece uma tentativa de ajustar a forma como estamos sendo usados ou pacificar a rebeldia do outro em não nos deixar usá-lo. Negociação sem fim.

Sorte porque assim começamos logo a nos emancipar, a nos equilibrar de modo autônomo — pré-requisito para nos aproximarmos das pessoas com a postura de oferecer.”

(G. G.)

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