Frivolidades

“O modo como nos aproximamos de alguém escancara onde está nossa mente.

Se estamos autocentrados, chegamos afobados, igual faz uma criança, querendo sempre a preferencial no trânsito das urgências, como se todos fossem personagens de um mesmo filme: o nosso.

Se não estamos autocentrados, vemos um outro mundo (não metros, mas quilômetros à frente), nos aproximamos com interesse e com a liberdade de interromper ou de deixar para depois.

Um dos atos mais cruéis, podem observar, é roubar o tempo, a atenção, a energia das pessoas e levá-las a desperdiçar parte da vida com frivolidades. É um roubo como qualquer outro.”

(G. G., sobre morar junto.)

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