Ano novo (ou: tá no inferno…)

Comi muito. Fui pra praia com pais e amigos. Tirei algumas fotos. Treinei o inglês com um alemão gente fina. Dancei na areia, dancei no mar, puxando a saia. Gritei pros fogos. Pulei 7 ondinhas. Tomei banho de champagne gelada. Abracei minha mãe. Não abracei meu pai (tô brava com ele). Abracei minha irmã! Andei na praia. Pensei nele com tristeza e fiquei indiferente. Pensei “Que se foda”. Pensei nele com carinho e fiquei feliz. Não pensei em mais nada além disso. Achamos os meninos. Fomos pra perto do Taikô. Vodka com sprite. O Miro bêbado fazendo gracinhas. Dei risada até a barriga doer. Sentei na areia quando cansei. Vi a lua crescente nascer sentada na areia. Quando cansei de verdade, fui pra casa. Eu poderia ter comido aquele pavê de amendoim ajoelhada no milho, de tão bom que tava. Revi algumas fotos. Tomei o primeiro banho do ano sem mentalizar absolutamente NADA. Todos os anos eu mentalizava algo, esse ano eu simplesmente tomei banho e tirei a areia da praia. Dormi umas 4H30 da manhã.

Até que foi divertido.

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