Há algum tempo atrás, me disseram que o meu hábito de ouvir certas músicas repetidamente seria para estendê-las, com o propósito de torná-las infinitas. Hoje em dia entendo que o propósito da minha repetição é quase que o oposto disso: é uma forma de permanecer no mesmo momento, de permanecer no agora e não de estendê-lo. Se aproxima mais do que ocorre com a entoação de mantras e outras práticas de meditação de devoção.